Minha História

Formada em Artes, Teologia e Gastronomia, tudo junto e misturado só podia resultar em: - Receber com arte - Reunir para agregar e estreitar laços de afeto - Cozinhar com gosto, sabor e cor Autora do livro “Linguiça, Café e Cachaça – O Gostinho do Interior”. Premiada pela revista Gula. Escreveu para revistas e jornais regionais, participou de programas da TV local, além de colaborar com blogs e clube do vinho. Trabalha como personal chef e oferece cursos a grupos intitulados “Receber+”, onde dá dicas de pratos, etiqueta e serviços de mesa.
Gostinho do Interior
Doces e Sobremesas

Doce de Violetas (Viooltje)


Ingredientes:
Mousse

500 ml de creme de leite fresco
40 gr de açúcar
16 gr de gelatina incolor sem sabor
quanto baste de essência de violeta
50 gr de iogurte natural
Pão-de-ló
6 unidade(s) de ovo
6 colher(es) (sopa) de açúcar
5 colher(es) (sopa) de farinha de trigo
1 colher(es) (chá) de fermento químico em pó
Preparo:
Mousse

Hidrate a gelatina em um pouco de água, deixe descansar e depois derreta em banho-maria. Misture o açúcar ao creme de leite e bata em ponto de chantilly.
Misture a gelatina ao chantilly.
Divida o chantilly em duas partes, em uma delas misture delicadamente o iogurte e à outra parte adicione a essência de violeta.
Pão-de-ló
Separe as claras das gemas e bata-as até ficar em ponto de suspiro.
Acrescente uma a uma as gemas, batendo sempre.
Ainda com a batedeira ligada, acrescente aos poucos o açúcar peneirado.
Peneire muito bem a farinha.
Acrescente a massa com a batedeira desligada, aos poucos, delicadamente, fazendo movimentos de baixo para cima. Asse em forno médio.
Montagem:
Em uma taça coloque primeiro a mousse de iogurte.
Coloque um pedaço de pão-de-ló para separar as duas camadas e complete com a mousse de violeta. Decore com folhas de hortelã e confeitos em formato de violeta.

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Arroz e Grãos

Risoto de flor de abobrinha


Rendimento: 4 porções
Ingredientes:

4 colheres (sopa) de azeite de oliva
1 cebola branca picada
4 dentes de alho inteiros e sem casca
360 g de arroz arbóreo
150 g de abobrinha amarela
150 g de abobrinha
150 g de pétalas de flor de abobrinha
1 1/2 litro de caldo de vegetais
Sal e pimenta a gosto
4 colheres (sopa) de manteiga sem sal
4 colheres (sopa) de queijo grana padano
4 colheres (sopa) de suco de laranja
4 colheres (sopa) de carpano (vermute doce)
20 folhas de hortelã fritas no azeite (até ficarem crocantes)
Preparo:
Em uma frigideira, esquente o azeite, junte a cebola e os dentes de alho e doure. Acrescente o arroz e refogue bem. Junte as abobrinhas limpas e cortadas em fatias finas junto com as pétalas de flor de abobrinha, acrescente aos poucos o caldo de vegetais, mexendo sempre, e sal a gosto. Cozinhe por aproximadamente 20 minutos ou até que o arroz fique al dente. Desligue o fogo e acrescente a manteiga e o queijo. Misture, corrija o sal e a pimenta e, para finalizar, acrescente o suco de laranja e o carpano. Deixe descansar por três minutos e, antes de servir, decore com hortelã e as pétalas de flor da abobrinha por cima.

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Salada Colorida


Rendimento: 6 porções
Ingredientes:

1 maço pequeno de alface
1 maço pequeno de rúcula
1 maçã
2 colheres (sopa) de suco de limão
1 manga
3 figos
Flores de capuchinha
Sal a gosto
Vinagre de maçã e azeite a gosto
Preparo:
Lave bem as folhas de alface e rúcula e seque-as.
Lave a maçã, corte-a em fatias finas e coloque-as no suco de limão.
Descasque a manga e corte em cubos pequenos.
Lave bem os figos e corte em quatro pedaços no formato de meia-lua.
Lave as flores de capuchinha e seque-as.
Em uma saladeira, distribua as folhas, as fatias de maçã, os cubos de manga, o figo e as flores de capuchinha.
Tempere na hora de servir com o sal, o vinagre e o azeite.

Dica: a capuchinha é uma flor comestível, em tons de amarelo, laranja e vermelho. Rica em vitamina C, tem sabor ardido parecido com o da rúcula e é encontrada em supermercados e feiras livres.

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É PRIMAVERA


Lindas de ver, muitas flores também têm sabor delicioso. São as tais espécies comestíveis, que emprestam gosto e perfume suaves a saladas, doces e salgados, e incrementam o visual dos pratos. Diferentes chefes asseguram: flores comestíveis dão uma nota especial no paladar e na decoração de qualquer prato. De maneira geral, as flores comestíveis têm sabor suave e não comprometem as características dos demais ingredientes. Já suas cores emprestam uma grande beleza na montagem dos pratos.
Mas não vá se aventurar pelo jardim colhendo os mais belos exemplares para enfeitar suas saladas e outras iguarias. Saiba que nem todas as flores podem ser usadas na alimentação. Muitas, mesmo não sendo cultivadas com agrotóxicos, apresentam princípios que podem ser perigosos para a saúde. O prudente, então, é apostar nas mais conhecidas. Entre elas estão capuchinha, lavanda, amor-perfeito, calêndula, borago, rosa, viola-odorata, alecrim e as flores da abóbora, do manjericão e do tomilho. Todas são lindas e saborosas em saladas, pratos quentes e sobremesas, no entanto algumas requerem certos cuidados. No caso da calêndula, por exemplo, devem ser aproveitadas apenas as pétalas, pois o talo é muito duro para ser ingerido. Outra recomendação importante: Extremamente sensíveis, as flores devem ser adicionadas ao prato apenas na hora de servir, pois o calor do alimento as faz murchar, assim como o tempero da salada.
Sempre frescas
Supermercados de primeira linha vendem bandejinhas de 20 a 60 gramas dessas espécies comestíveis prontas para uso. Compre somente as fornecidas no mesmo dia pelo produtor e conserve em refrigerador. Caso contrário, elas perdem o viço e as pétalas se enchem de pintinhas escuras.
Há também a possibilidade de você mesmo cultivá-las. Elas são muito fáceis de plantar e manter, sem falar na resistência ao sol e ao vento, o que as torna perfeitas até em terraços de apartamento. Para tanto, use vasos com no mínimo 20 cm de altura, furados na parte inferior. Dentro deles, espalhe uma camada de pedriscos, depois areia e, por cima, terra. Tire a muda do saquinho, centralize no vaso e pressione o torrão de forma que a parte florida fique um dedo acima da borda do recipiente. Escolha um local que receba sol pelo menos quatro horas por dia e regue diariamente.
Dicas e cuidados para usar flores no prato:

  • As flores devem ser lavadas com cuidado para não rasgar. Evite colocá-las sob o jorro forte da torneira.
  • Lave-as em uma bacia de água fria, retirando depois o excesso de água.
  • Use flores frescas sobre saladas ou no canto de pratos para decoração. Se colocadas sobre ingredientes quentes, elas murcham rapidamente.
  • Conserve as flores dentro da geladeira, nas prateleiras do meio. Assim, não correm o risco de congelar.
  • As flores frescas podem ser guardadas durante uma semana dentro da geladeira.
  • Não utilize flores que tenham sido cultivadas com agrotóxicos ou de vasos decorativos. Nem todas as flores são comestíveis. Prefira espécies procedentes de horta orgânicas.
  • Explore a criatividade, as flores comestíveis são muito decorativas e dão ar festivo a simples saladas e acabamento elegante em qualquer prato.
  • Use as flores também com galhinhos de ervas, em travessas de legumes ou carnes.
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É PRIMAVERA!


Lindas de ver, muitas flores também têm sabor delicioso. São as tais espécies comestíveis, que emprestam gosto e perfume suaves a saladas, doces e salgados, e incrementam o visual dos pratos. Diferentes chefes asseguram: flores comestíveis dão uma nota especial no paladar e na decoração de qualquer prato. De maneira geral, as flores comestíveis têm sabor suave e não comprometem as características dos demais ingredientes. Já suas cores emprestam uma grande beleza na montagem dos pratos.
Mas não vá se aventurar pelo jardim colhendo os mais belos exemplares para enfeitar suas saladas e outras iguarias. Saiba que nem todas as flores podem ser usadas na alimentação. Muitas, mesmo não sendo cultivadas com agrotóxicos, apresentam princípios que podem ser perigosos para a saúde. O prudente, então, é apostar nas mais conhecidas. Entre elas estão capuchinha, lavanda, amor-perfeito, calêndula, borago, rosa, viola-odorata, alecrim e as flores da abóbora, do manjericão e do tomilho. Todas são lindas e saborosas em saladas, pratos quentes e sobremesas, no entanto algumas requerem certos cuidados. No caso da calêndula, por exemplo, devem ser aproveitadas apenas as pétalas, pois o talo é muito duro para ser ingerido. Outra recomendação importante: Extremamente sensíveis, as flores devem ser adicionadas ao prato apenas na hora de servir, pois o calor do alimento as faz murchar, assim como o tempero da salada.
Sempre frescas
Supermercados de primeira linha vendem bandejinhas de 20 a 60 gramas dessas espécies comestíveis prontas para uso. Compre somente as fornecidas no mesmo dia pelo produtor e conserve em refrigerador. Caso contrário, elas perdem o viço e as pétalas se enchem de pintinhas escuras.
Há também a possibilidade de você mesmo cultivá-las. Elas são muito fáceis de plantar e manter, sem falar na resistência ao sol e ao vento, o que as torna perfeitas até em terraços de apartamento. Para tanto, use vasos com no mínimo 20 cm de altura, furados na parte inferior. Dentro deles, espalhe uma camada de pedriscos, depois areia e, por cima, terra. Tire a muda do saquinho, centralize no vaso e pressione o torrão de forma que a parte florida fique um dedo acima da borda do recipiente. Escolha um local que receba sol pelo menos quatro horas por dia e regue diariamente.
Dicas e cuidados para usar flores no prato:

  • As flores devem ser lavadas com cuidado para não rasgar. Evite colocá-las sob o jorro forte da torneira.
  • Lave-as em uma bacia de água fria, retirando depois o excesso de água.
  • Use flores frescas sobre saladas ou no canto de pratos para decoração. Se colocadas sobre ingredientes quentes, elas murcham rapidamente.
  • Conserve as flores dentro da geladeira, nas prateleiras do meio. Assim, não correm o risco de congelar.
  • As flores frescas podem ser guardadas durante uma semana dentro da geladeira.
  • Não utilize flores que tenham sido cultivadas com agrotóxicos ou de vasos decorativos. Nem todas as flores são comestíveis. Prefira espécies procedentes de horta orgânicas.
  • Explore a criatividade, as flores comestíveis são muito decorativas e dão ar festivo a simples saladas e acabamento elegante em qualquer prato.
  • Use as flores também com galhinhos de ervas, em travessas de legumes ou carnes.
Curiosidades

Alcachofras


A primavera é a época das alcachofras! Claro que com a globalização, a gente acaba achando alcachofras fora da estação local, mas a maioria dos feirantes na Itália não compra essa idéia. Na estação delas, é muito corriqueiro ver as barracas das feiras cheias de mini-alcachofras (carciofini) e alcachofras grandes (carciofi), e muitos restaurantes até as colocam na porta como decoração. E quais são as principais e mais tradicionais entradas da culinária romana feitas com alcachofras?

O Carciofo alla Giudia é uma alcachofra frita inteira, mergulhada no azeite de cabeça pra baixo. A receita nasceu no Gueto Hebraico e há notícias desse prato em livros de receitas do séc. XVI. A culinária judaico-romana soube apropriar-se como ninguém desse vegetal, que se come não só nos restaurantes do Gueto Hebraico, mas em toda a cidade. Para o sucesso da receita, usa-se uma alcachofra chamada cimaroli (ou mammole), que é cultivada nos arredores de Roma (principalmente em Ladispoli e Civitavecchia), porque essa espécie é muito macia, redonda e grande, com muitas folhas e não possui espinhos no interior. Com isso, a alcachofra pode ser frita por inteiro, sem ter que descascar as folhas externas. Ela fica bem crocante e é uma delícia.
O Carciofo alla Romana é um outro prato típico da culinária romana e, por conseguinte, de toda a região Lácio, onde há muitos campos cultivados com alcachofras. Esse prato pode estar tanto no menu das entradas, como no menu dos acompanhamentos. A alcachofra é preparada in umido, ou seja, cozida na panela de pressão e temperada com azeite, alho, sal e ervas aromáticas. Geralmente usa-se a salsinha e a menta. Diferentemente do Carciofo alla Giudia, onde a verdura é frita por inteiro, aqui as folhas externas são eliminadas e cozinha-se somente o coração da mesma, onde as folhas são bem macias.
O carciofo con coratella é nada mais, nada menos do que a alcachofra com miúdos. Geralmente esse é um segundo prato, mas dada as limitações alimentares da cozinha kosher, alguns restaurantes judaico-romanos também o servem como opção de entrada, para substituir os embutidos de porco. Para entender essa receita é necessário contar um pouco sobre a história da alimentação romana. A culinária romana é de origem extremamente pobre e em muitos pratos usa-se o que em italiano é chamado de quinto quarto ou scarti, ou seja, os miúdos ou partes menos nobres das carnes. Obviamente esse tipo de cozinha não pode ser considerada requintada! Muitos pratos são feitos com rabada, miolo, fígado, tripa e até intestino. Diz-se que existia a cozinha dos papas, que comiam o “filé mignon” e a cozinha do povo, que literalmente comia os restos (gli scarti). A coratella é o miúdo de animais de pequeno porte como o coelho, o frango ou o cordeiro.

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Alcachofras Grelhadas


Ingredientes:
2 alcachofras grandes
1 limão cortado em quatro
3/4 de xícara de chá de azeite de oliva
4 dentes de alho picados
1 colher de chá de sal
1/2 colher de chá de pimenta do reino
Preparo:
Leve uma panela com sal e água ao fogo alto.
Corte o talo das alcachofras bem rente à base e esfregue o limão para que não escureçam. Corte as pontas com uma faca e apare as extremidades das folhas com uma tesoura. Corte-as ao meio e remova aqueles “pelinhos”. Lave bem as alcachofras.
Se for preparar as alcachofras com antecedência, coloque-as em um recipiente com água e limão.
Quando a água estiver fervendo, acrescente o suco de limão e as alcachofras. Cubra com um prato para que fiquem totalmente submersas. Cozinhe por 25-30 minutos em fogo baixo ou até que fiquem macias. Escorra bem.
Pré-aqueça a churrasqueira ou o grill.
Em um recipiente, esprema o restante do limão. Acrescente o azeite, o alho, o sal e a pimenta. Misture bem.
Pincele bem as alcachofras com esse molhinho e coloque-as no grill.
Grelhe as alcachofras de 5 a 10 minutos virando e pincelando com o molho por várias vezes até que as pontinhas das folhas comecem a escurecer.
Sirva imediatamente.

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Alcachofra com molho de ervas


Ingredientes:
4 alcachofras
2 dentes de alho
Rodelas de limão
Sal
Molho:
1 tomate sem sementes
Azeite de oliva
Salsinha
Manjericão
Cebolinha
Tomilho
Sal
Pimenta
Preparo:
Começando pelas alcachofras, retire o talo e as folhas externas e descarte. Com uma tesoura, corte as pontas das folhas, coloque em uma panela com os dentes de alho, as rodelas de limão e cubra com água. Leve a panela ao fogo por aproximadamente 40 minutos, para testar arranque uma folha, elas devem soltar com facilidade.
Para o molho, pique finamente o tomate sem sementes, adicione todas as ervas picadas, adicione azeite de oliva, sal e pimenta a gosto.
Regue as alcachofras ainda quentes com o molho e sirva em seguida.

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Salada de Alcachofra


Ingredientes:
1 vidro de fundos de alcachofra
½ pimentão vermelho
Azeitonas verdes e pretas a gosto
Sal, Pimenta-do-reino, vinagre e especiarias.
Tomates grape higienizados
Folhas de alface higienizadas e rasgadas
Preparo:
Refogue a cebola no azeite, junte os pimentões, mexa mais um pouco e depois os fundos de alcachofra. Tempere com sal e pimenta-do-reino.
Em uma travessa coloque as folhas de alface, acrescente a alcachofra refogada, decore com tomates, azeitonas verdes, azeitonas pretas e pimenta biquinho, regue com azeite extra virgem ou molho de sua preferência. Sirva a seguir.

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Alcachofra Recheada


Ingredientes
Para a alcachofra:
4 alcachofras
Suco de um limão
Para o recheio:
4 xícaras (chá) de farinha de pão caseira
1 xícara (chá) de salsinha picada
4 filés de aliche dessalgado em água e picadinhos
2 colheres (sopa) de azeitonas verdes picadinhas
1 xícara (chá) de queijo parmesão
1 xícara (chá) de azeite extra virgem
Sal caso necessário
Preparo:
Para a alcachofra:
Retire as folhas mais grossas da alcachofra e cozinhe por 15minutos em água com o suco de limão. Retire o miolo das alcachofras e, com uma pinça elimine os “pêlos” do coração.
Para a farinha:
Processe cerca de 800 g de pão amanhecido (pode ser no liquidificador, ralador ou mixer).
Dica: Prefira o pão italiano. Pode ser guardado em geladeira, em um pote fechado, por até 30 dias.
Para finalizar
Misture todos os ingredientes (crus) da farofa e coloque-a no miolo das alcachofras e dentro das folhas. Disponha as alcachofras já recheadas numa caçarola baixa e coloque água até o meio delas. Deixe em fogo baixo por uns 20 minutos com a panela tampada. O molho que fica no fundo da caçarola deve ser servido junto com as alcachofras.

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