Minha História

Formada em Artes, Teologia e Gastronomia, tudo junto e misturado só podia resultar em: - Receber com arte - Reunir para agregar e estreitar laços de afeto - Cozinhar com gosto, sabor e cor Autora do livro “Linguiça, Café e Cachaça – O Gostinho do Interior”. Premiada pela revista Gula. Escreveu para revistas e jornais regionais, participou de programas da TV local, além de colaborar com blogs e clube do vinho. Trabalha como personal chef e oferece cursos a grupos intitulados “Receber+”, onde dá dicas de pratos, etiqueta e serviços de mesa.
Gostinho do Interior
Carnes

Feijoada sergipana

E do Sergipe, ainda sobre o mês do folclore
Ingredientes da feijoada:
2 kg de feijão mulatinho
½ kg de bacon
100 ml de óleo de milho
½ kg de carne seca
½ kg de carne de fumeiro
½ kg de “paulista” (lagarto)
½ kg de lingüiça de porco
½ kg paio
1 repolho
1 kg de batata doce
6 maxixes
6 jilós
1 kg de quiabo
4 cenouras
2 cabeças de alho
1 cebola grande
½ maço de hortelã
5 folhas de louro
Acompanhamentos:
Bananas da terra cozida ou frita
Farofa de manteiga ou farinha
couve refogada
Molho de pimenta
Arroz branco
Preparo:
Dessalgue as carnes salgadas e afervente.
Bata a cebola com água e a hortelã e reserve.
Corte o bacon em pedaços pequenos e refogue-o em 100 ml de óleo de milho. Acrescente uma cabeça de alho picado e refogue todas as carnes em peças inteiras. Adicione a cebola batida, ponha água o suficiente para cobrir as carnes e vá retirando à medida que estiverem cozidas. Corte-as em pedaços, para o serviço e reserve. Cozinhe o feijão neste caldo até que esteja ao ponto. Separe os grãos de feijão, com um pouco de caldo e guarde-os à parte.
No caldo que sobrou (acrescente água se necessário) cozinhe o repolho cortado em 4 partes, as cenouras, a batata doce, o maxixe, o jiló e os quiabos. Retire as “verduras” e guarde-as em travessas de serviço.
Redistribua este caldo batido com um pouco de feijão sobre todos os ingredientes e sirva quente em travessas separadas acompanhados de bananas da terra fritas ou cozida, farofa de manteiga e cebola, couve refogada, arroz e molho de pimenta.
(Receita Casa Vogue)

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Carnes

Filé à Oswaldo Aranha


Apesar da longa folha de serviços prestados ao Brasil, o advogado, político e diplomata Oswaldo Euclydes de Souza Aranha (1894-1960), um gaúcho que passou boa parte da vida no Rio de Janeiro, é mais conhecido por um bife malpassado. É uma porção alta de carne, pesando de 300 a 350 gramas, dourada em frigideira de ferro. Vai à mesa acompanhada de rodelas de batatas fritas em óleo, chamadas de portuguesas, arroz branco e farofa. Mesmo com preparo elementar, revela-se apetitosa e suculenta, além de proteica.
Receita clássica da culinária carioca, ao lado do picadinho meia-noite e da sopa Leão Velloso, o bife à Oswaldo Aranha agora é preparado no Brasil inteiro.
rende 1 porção
Ingredientes:

300 a 350g de filé mignon
100g de alho cortado em finas lâminas (retire o filete que existe no interior do alho, para o sabor ficar menos ativo)
Óleo para fritar
Sal a gosto
Acompanhamento:
300g de batatas à portuguesa cortadas em finas rodelas e fritas em bastante óleo previamente aquecido em temperatura alta
Arroz branco
Farofa
Preparo:
Doure as lâminas de alho em uma frigideira de ferro (preferencialmente fundido), com um pouco de óleo quente.
Polvilhe o filé com sal e coloque-o na frigideira, com as lâminas de alho, fritando-o dos dois lados, até atingir o ponto desejado (o ideal é ficar malpassado ou ao ponto)
Sirva bem quente, com as batatas, o arroz e a farofa.

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Pães , Tortas e bolos

Bolinhos de Goma de Maragogi

Maragogi é considerada uma das maiores belezas naturais do Brasil e fica localizada no litoral de Alagoas. Os bolinhos de goma são pequenos “biscoitinhos” feitos à mão
Bolinhos de Goma de Maragogi
600 g de goma
250 g de manteiga
1 gema de ovo
300 g de açúcar
1 coco ralado
Preparo:
Em um pano limpo e seco coloque o coco ralado e esprema até tirar todo o sumo do coco que deve dar em média 1/2 xícara de leite.
Coloque na batedeira a gema, 200 g da manteiga, o açúcar e o leite, bata bem.
Aos poucos despeje a farinha de goma e continue batendo.
Quando a massa for ficando homogênea desligue a batedeira e termine de amassar na mão, se preciso for adicione mais farinha de goma até que a massa dê o ponto de fazer bolinhas.
Unte as assadeiras com manteiga faça bolinhas ou tirinhas e ponha para assar em forno médio, lembrando que deve se dar um espaço entre os biscoitos.
Quando o fundo dos biscoitinhos estiver dourando, vire o lado e leve ao forno novamente por alguns minutos muito cuidado para não deixar assar muito.
Depois retire do forno deixe esfriar e estará pronto.

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Pescados

Ginga com Tapioca

E do Rio Grande do Norte
O patrimônio de Natal:
Ginga com Tapioca
Você sabe o que é ginga? Esse é o apelido do peixe da espécie Manjubinha, bem comum no nordeste. É um peixe pequeno, que mede de 10 a 15 centímetros, e costuma ser comido assado ou grelhado, mas, nessa receita, ele vai frito.
Já a tapioca se tornou bem popular no Brasil todo por seu alto poder energético. A tapioca é um prato derivado de receitas indígenas, feito com goma de mandioca. Depois de ir na frigideira, ela fica como um crepe e pode ser servida com recheios variados.
Mas a mistura com a ginga ninguém sabe muito bem de onde veio. Alguns dizem que foram os índios, outros contam que os peixinhos ficavam presos nas redes de arrasto dos pescadores. Por serem pequenos, eles costumavam ser descartados, até que resolveram experimentar usá-los como recheio da tapioca. A onda pegou e hoje a ginga com tapioca é um dos pratos mais tradicionais do Rio Grande do Norte, sendo especialmente famoso no mercado da Redinha, em Natal.
A RECEITA
Uma receita simples
A ginga com tapioca é muito simples de fazer. Se você não encontrar a tapioca já pronta para ir para panela, é só molhar a goma de mandioca tradicional, esperar a água ser absorvida e depois passá-la pela peneira.
GINGA
Para fazer a ginga, você deve lavá-la bem e depois fritá-la no azeite de dendê quente. O peixe deve ficar bem crocante. Uns cinco ou seis peixinhos são suficientes para rechear uma porção de tapioca.
TAPIOCA
Para preparar a tapioca, é só esquentar a frigideira sem nada e depois colocar a goma, espalhando-a por todo o diâmetro da panela. Aos poucos ela vai se juntando e formando uma massinha conectada. Quando começar a corar, vire e cozinhe mais um pouquinho.
Não há necessidade de passar manteiga ou nenhum outro creme na tapioca, pois o peixe já tem um óleo natural. O prato vai ficar crocante e macio. Agora é só se deliciar!!!

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Arroz e Grãos

Cuzcuz de Milho Cearense

E lá do Ceará
Cuzcuz de Milho Cearense
Ingredientes:
1 xícara de chá de açúcar
1 xicara de chá de coco fresco ralado grosso
1 pitada de sal
2 xícaras de chá de leite de coco
2 e 1/3 de xícaras de chá de floco de milho pré-cozido
PORÇÕES: Serve 8 pessoas
Preparo:

Em um recipiente, adicione o coco ralado, os flocos de milho, metade do açúcar e a pitada de sal, misture bem.
Coloque cuscuzeiro, preparado com água na parte inferior, no fogo, deixando ferver.
Enquanto isso, abra um quadrado de pano fino sobre uma superfície de trabalho e coloque a mistura de coco e flocos de milho no centro.
Dobre as pontas do pano sobre a mistura e coloque na parte superior do cuscuzeiro.
Tampe, leve ao fogo alto e cozinhe por 10 a 15 minutos ou até ficar firme.
Tire do fogo e deixe amornar com o cuscuzeiro tampado.
Durante esse tempo, misture o leite de coco com o açúcar restante.
Coloque o cuscuz num prato de servir e regue com metade da mistura de leite de coco.
Leve à mesa acompanhado da mistura restante à parte.

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Arroz e Grãos

ARROZ COM CAPOTE

E hoje vamos falar de um prato típico do Piauí
Que delícia! A receita é tradicionalmente piauiense. O “ARROZ COM CAPOTE” é um delicioso prato típico e é super fácil de fazer!
Ingredientes:
1 capote (galinha d’angola) de 1kg
2 dentes de alho picados
1 colher (chá) de corante
1 tomate picado
1 cebola picada
1 pimentão picado
Sal a gosto
Pimenta do reino a gosto
1/2 xícara (chá) de óleo
4 xícaras (chá) de água
3 xícaras (chá) de arroz lavado e escorrido
Preparo:
Tempere o capote com o alho, o corante, o tomate, a cebola, o pimentão, o sal e a pimenta.
Esfregue bem para o tempero penetrar na carne.
Em uma panela de pressão, aqueça o óleo e refogue o capote com os temperos por 5 minutos; acrescente a água e cozinhe na pressão por 20 minutos.
Desligue do fogo, espere a pressão sair e abra a panela.
Junte o arroz e cozinhe por mais 20 minutos em fogo baixo.
Transfira o capote para uma travessa e sirva.

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O ARROZ DE CUXÁ

faz parte da memória afetiva e traduz, numa receita, as influências africana, portuguesa e francesa à mesa maranhense. O sabor especial se deve à vinagreira — erva também conhecida como azedinha ou caruru-azedo. Nas festas, costuma acompanhar peixe frito e tortas de camarão e caranguejo.
Ingredientes:
2 maços de vinagreira
1 cebola ralada
1 pimentão picado
Pimentas de cheiro a gosto
100 g de camarão seco e salgado
1/2 kg de arroz cozido
Azeite a gosto
Preparo:
Coloque a vinagreira para cozinhar. Assim que murchar, tire do fogo, escorra e “bata” as folhas com as costas da faca – use o lado oposto ao da lâmina.
Refogue todos os temperos e as pimentas em azeite. Acrescente o camarão seco e a vinagreira, mexendo sempre para que todos os elementos se incorporem bem ao refogado.
Acrescente aos poucos o arroz já cozido (ou, se preferir, cozinhe o camarão com o arroz). Mexa bem. Sirva com peixe ou camarão puxado no alho e azeite.

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arroz com pequi

O arroz com pequi simboliza a história da cozinha de Goiás, por sua origem simples agregada a uma história de contribuições multiculturais associadas ao sabor, aroma e significado particular do prato típico local.
Ingredientes:
1/4 de xícara de chá de óleo ou banha de porco
1/2 litro de pequi lavado
2 dentes de alho espremidos
1 cebola grande picada
2 xícaras de chá de arroz
4 xícaras de chá de água quente
Sal a gosto
Pimenta de cheiro ou malagueta a gosto
Salsinha, cebolinha picada a gosto
Preparo:
Coloque o pequi no óleo ou gordura fria (se usar o fruto inteiro, não é preciso cortar, mas cuidado com o caroço). Acrescente o alho e a cebola e deixe refogar em fogo baixo, mexendo sempre com uma colher de pau para não grudar na panela, e respingue um pouco de água quando for necessário. Quando o pequi já estiver macio e a água secado, acrescente o arroz e deixe fritar um pouco. Junte a água e o sal. Quando o arroz estiver quase pronto, coloque a pimenta de cheiro ou malagueta a gosto. Na hora de servir, polvilhe o arroz com salsa e cebolinha e um pouco de pimenta.

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TORTA DE CUPUAÇU


Rondônia
Algumas frutas típicas da região são bastante usadas em receitas de tortas e outros tipos de sobremesa. O cupuaçu é uma delas. A fruta é parente próxima do cacau, e por conta disso seu gosto muitas vezes se assemelha ao do chocolate. Além de tortas, o cupuaçu pode ser usado para fazer bombons e até mesmo receitas de sabor azedo.
Ingredientes:
Massa:
2e1/2 xícaras de chá de farinha de trigo (mais ou menos)
3 gemas (PARA A MASSA)
1 xícara de chá de manteiga
1 xícara de chá de açúcar
Recheio:
2 xícaras de chá de doce de cupuaçu
1/2 xícara de chá de açúcar
1 xícara de chá de amido de milho (maizena)
1 xícara de chá de leite integral
1 xícara de chá de creme de leite sem soro
300 gramas de ricota fresca
Preparo:
Massa
Misture o açúcar, a manteiga e os ovos.
Acrescente a farinha de trigo
E misture até soltar das mãos.
Forre uma forma redonda de 20 cm de diâmetro com fundo falso.
Reserve.
Recheio
Misture o leite, o creme de leite, o cupuaçu, o açúcar, o amido de milho e a ricota no liquidificador.
Coloque a mistura dentro da forma forrada com a massa.
Leve ao forno médio por 20 minutos.
Espere esfriar, desenforme.
Cubra com o doce de cupuaçu.
Pode trocar a ricota pelo requeijão, se houver essa troca colocar apenas ½ xícara de leite.
Doce de Cupuaçu
Ingredientes:
1kg de cupuaçu
2kg de açúcar
Preparo:
Coloque 1kg de cupuaçu dentro da panela e, depois, água. Leve ao fogo para escaldar. É preciso que ferva para lavar e tirar o azedo do cupuaçu. O ponto é o momento em que a água estiver fervendo. Após a fervura, retire do fogo e coloque o cupuaçu aos poucos em uma peneira. Mexa para lavar o cupuaçu, restando apenas a polpa.
Em seguida, já novamente na lenha, pegue uma panela e jogue os 2kg de açúcar para caramelizar, como se fosse fazer um pudim.
Após o açúcar caramelizar, coloque a polpa do cupuaçu e continue mexendo até que derreta. Quando começar a soltar do fundo da panela, significa que o doce do cupuaçu está pronto e no ponto.

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Lanches

ACRE. Quibe de arroz


As primeiras influências que encheram as panelas do Acre foram as dos povos indígenas amazônicos e as dos bolivianos. Em 1494, o Tratado de Tordesilhas determinou que o território ficaria sob colonização espanhola. Mais de duzentos anos depois, outro acordo (Tratado dos Limites, 1867) definiu que o pedaço de terra passaria a ser da Bolívia. Só em 1903, com o Tratado de Petrópolis, o Acre foi anexado ao Brasil numa permuta pela construção da Estrada de Ferro Madeira-Mamoré mais o pagamento de 2 milhões de libras esterlinas. À época, a região vivia o auge do ciclo da borracha e dava as boas-vindas aos nordestinos e aos seus costumes alimentares. Estão entre eles o cuscuz, chamado de pão de milho no Acre, e o gramixó, espécie de açúcar mascavo que surgiu dos engenhos implantados por eles no fim do século XIX. Sírios e libaneses também foram atraídos pela extração do látex. Com uma culinária milenar e forte aptidão para vendas nas malas, esses imigrantes monopolizaram o comércio da margem do Rio Acre O Acre tem 22 municípios, mas mais da metade da população se concentra em Rio Branco. Naturalmente, é lá que estão os estabelecimentos mais prestigiados do estado. Um deles é o Jarude, que tem duas marcas filhotes, o Jarude Café e o recém-inaugurado Miss Jarude. Da cozinha dos três endereços saem preparos árabes, como homus, esfiha e kebab. Por trás do negócio está Nádia Jarude. Neta de um libanês e de uma índia, ela carrega tradições que se encontram no apreço pela comida e pelos insumos naturais. Kebab do Jarude, restaurante árabe em Rio Branco.
Os acreanos sentem orgulho da baixaria, do quibe de arroz e da rabada com tucupi. São pratos típicos da região que eles fazem questão de apresentar aos outros mais de 99,5% de brasileiros que não moram neste pedaço de Brasil que foi declarado um estado do nosso país somente em 1962 – ou seja, há 59 anos.
A história recente e bem particular do Acre fez com que os seus 895 mil habitantes (2020) herdassem uma miscigenação única, que dá às caras na cozinha de casa, nos mercados, nos restaurantes e nas barraquinhas de rua.
Lá no passado, no entanto, a colônia árabe que chegou no Acre precisou adaptar o preparo do quibe. “Não tinha trigo, então os imigrantes trituravam o arroz para ficar do tamanho certo, preenchiam de carne moída temperada e moldavam no mesmo formato. Foi uma forma de voltar às origens”. A ideia improvisada virou símbolo de identidade. Até hoje, o quibe de arroz é vendido nos estandes do Mercado do Bosque, o mais frequentado da cidade.
Quibe de arroz
Dificuldade Fácil
Quibe de arroz
Ingredientes:
500gr de arroz
Sal
3 dentes de alho picadinho
Açafrão a gosto
500gr de patinho
Pimenda-do-reino a gosto
Pimenda doce a gosto
1 cebola picada
Cebolinha a gosto
Óleo para fritar
Preparo:
Compre um arroz de baixa qualidade que já venha quebrado ou quebre os grãos utilizando qualquer artifício, como processador ou pilão. Cozinhe o arroz com sal, alho e açafrão, mas não deixe que os grãos fiquem completamente moles. Numa frigideira, frite a carne moída com os temperos de sua preferência (alho, sal, pimenta doce picada, cebola, pimenta-do-reino). Ao final, salpique cebolinha. Molde o arroz em formato de quibe e recheie de carne moída. Deixe as mãos sempre molhadas para facilitar a modelagem. Frite em óleo quente e sirva com molho de pimenta.

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