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O que é CARPACCIO?

Com a chegada da primavera semana que vem, que tal um prato fresco e delicioso de carpaccio?
Mas, o que é CARPACCIO?

O Carpaccio surgiu meio por acaso num beco sem saída perto da Praça São Marcos, em Veneza. Ali, na Calle Vallaresso nº 1232, fica o Harry’s Bar – de Giuseppe Cipriani que, nos seus quase oitenta anos, foi sempre frequentado por gente famosa, Ernest Hemingway, Somerset Maugham, Arturo Toscanini, Orson Welles, Aristóteles Onassis, Maria Callas, Truman Capote, Charles Chaplin. Para eles Ciprianni inventou drinks de sucesso -como o “Bellini” ou o “Tiziano“.
Mas nada lhe deu tanto prestígio quanto aquelas lâminas muito finas de carne crua, acompanhadas de molho à base de mostarda. Tudo aconteceu em 1950, quando a condessa Amália Nani Moncenigo pediu a seu velho amigo Giuseppe, que lhe preparasse algo com carne crua (rica em ferro) – exigência do seu médico, que tentava curá-la de severa anemia.
Não era tarefa fácil. Sobretudo porque havia, nesse tempo, grande preconceito em relação a carnes cruas. Mas a receita acabou sendo um sucesso absoluto. O nome foi escolhido por estar havendo na cidade exposição do pintor renascentista Vittore Carpaccio (1460-1525), conhecido por usar em todos os seus quadros luminosos tons vermelhos. Lembrando a cor da carne crua. Ao Brasil chegou só na década de 70, trazida por Massimo Ferrari, para seu restaurante em São Paulo – o “Massimo”.
Passou o tempo. E, hoje, há já muitas variantes daquela primeira receita – agora também usando lâminas de peixe, frutos do mar, legumes, frutas e até queijo. E, como acompanhamento, molhos diversos – sendo mais comum, entre nós, um feito com azeite, mostarda, limão, alcaparra, salsinha, sal e pimenta, polvilhado com lâminas de queijo parmesão.
Em 1980, morto Giuseppe, assumiu o bar seu filho Arrigo Cipriani. Com o cuidado de não mudar nada na casa, nem a decoração, nem o cardápio – exceção apenas, em sua mesa de trabalho, à presença de um moderno computador. Por isso quem andar pela bela cidade de Veneza, ainda hoje poderá degustar, naquela ruazinha tranquila, um carpaccio que será servido com a mesma receita criada pelo velho Giuseppe Cipriani. Vale a pena.

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Curiosidades, Receitas

FOLCLORE


O preparo dos mais diversos pratos da culinária brasileira está ligado aos aspectos socioculturais de nossa história e recebeu a influência de outros povos que aqui estiveram em épocas passadas e nos Legaram em patrimônio cultural valioso, influenciando e dominando até mesmo na alimentação. A variedade de sabores e preferências regionais, com suas especiarias e temperos próprios, tornam-se irresistíveis ao paladar mais exigente de qualquer arte da cozinha nacional.
A culinária do Brasil é fruto de uma mistura de ingredientes europeus, e de outros povos, indígenas e africanos. Muitas das técnicas de preparo e ingredientes são de origem indígena, tendo sofrido adaptações por parte dos escravos e dos portugueses. Esses faziam adaptações dos seus pratos típicos substituindo os ingredientes que faltassem por correspondentes locais. A feijoada, prato típico do país, é um exemplo disso. Os escravos trazidos ao Brasil desde fins do século XVI, somaram à culinária nacional elementos como o azeite-de-dendê e o cuscuz. As levas de imigrantes recebidas pelo país entre os séculos XIX e XX, vindos em grande número da Europa, trouxeram algumas novidades ao cardápio nacional e concomitantemente fortaleceu o consumo de diversos ingredientes.
A alimentação diária, feita em três refeições, envolve o consumo de café-com-leite, pão, frutas, bolos e doces, no café da manhã, feijão com arroz no almoço, refeição básica do brasileiro, aos quais são somados, por vezes, o macarrão, a carne, a salada e a batata e, no jantar, sopas e também as várias comidas regionais.
As bebidas destiladas foram trazidas pelos portugueses ou, como a cachaça, fabricadas na terra. O vinho é também muito consumido, por vezes somado à água e açúcar, na conhecida sangria. A cerveja por sua vez começou a ser consumida em fins do século XVIII e é hoje uma das bebidas alcoólicas mais comuns.
Os índios brasileiros tinham uma mesa farta e variada, graças à abundância da caça, pesca e dos frutos silvestres, de que se serviam. A farinha de mandioca tão popular entre o povo, do mais simples ao mais requentado, é uma herança indígena. Depois de retirar a raiz, secavam-na ao sol ou ralavam-na ainda fresca numa prancha de madeira cravejada de pedrinhas pontiagudas, transformando-a em farinha alva, empapada que colocavam para escorrer e secar num recipiente comprido de palha trançada. O resultado é o tucupi, ingrediente essencial no preparo de um famoso prato da cozinha brasileira: o pato no tucupi. Além de ser usado como farofa ou para fazer beijus, pirões, sopas e mingaus, o tucupi pode ser servido como sobremesa, regado com mel. As bebidas eram extraídas dos ananás, do caju, guaraná, jenipapo, acaiá e outros produtos nativos.
O milho muito usado pelos índios foi amplamente aceito pelos portugueses, de paladar mais refinado, que preferiam a comida preparada pelas escravas negras do que as da mão indígena. As negras eram mais experientes eram mais caprichosas na arte de comer bem e assim, introduziram o coco-da-bahia, o azeite de dendê, a pimenta malagueta, o feijão preto, o quiabo e outros ingredientes para a elaboração de pratos mais requintados.
A união das três raças criou uma cozinha tipicamente brasileira, desenvolvendo o uso constante da panela de barro, da colher de pau e do fogão de lenha, indispensáveis para aprimorar qualquer quitute.
Folclore e superstições alimentares:
A maioria das superstições brasileiras à mesa tem origem portuguesa. Algumas tribos indígenas evitavam apenas comer seus animais totem e os escravos tinham o costume de não deixar restos de comida no prato para que não pudessem ser utilizados por seus inimigos.
A base das restrições envolve a mistura de comidas e a ingestão de bebidas após certos alimentos. A salada de frutas, por exemplo, era mal vista devido a isso. Da mesma forma, a ingestão de cachaça após certos alimentos como leite, mangas, melancias, bananas e farinha, ou o leite com pinhas, banana-anã, jacas e principalmente, mangas. O leite, aliás, por ser visto como um alimento completo não necessitaria de outros e por isso a mistura faria mal à saúde. Outras restrições envolvem o comer em excesso que causaria doenças, como o consumo da cana-de-açúcar e de melancias ao sol e ainda outros alimentos teriam efeitos medicinais, como a cachaça que cortava os efeitos da gripe e dos resfriados e as frutas cítricas.
Quando da utilização do fogão à lenha algumas superstições envolviam o acendimento e o apagamento da chama. Por exemplo, a utilização de papel para acender o fogo, fazia com que a comida ficasse sem sabor. Não se devia apagar o fogo com água,[ ou pisando-se sobre as brasas,nem acendê-lo pelo meio ou atiçá-lo com objetos metálicos. Jogava-se alho ao fogo para afugentar o diabo quando o fogo estivesse soltando faíscas.
Durante o preparo, há ainda a crendice da boa e da má mão. Ter boa mão é preparar a comida com qualidade, de forma rápida. Culpa-se a má mão quando não se acertam os temperos ou o preparo. Ainda outras crenças envolvendo o preparo incluem o mexer a comida em uma única direção e por uma única pessoa e a proibição de bater na borda da panela com a colher o que poderia ameaçar o preparo, “fazê-lo desandar”.

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Chocolate Quente


Foi a Suíça que popularizou o hábito de adicionar um bom chocolate ao leite em alta temperatura. Normalmente leva chocolate ralado para um resultado mais cremoso. Há, ainda, outras opções para espessar, como gema ou amido de milho.
Também seguindo costumes de lugares mais frios, podem ser incluídas bebidas alcoólicas, como conhaque, whisky ou algum tipo de licor que, em regiões como os Alpes, são um reforço para minimizar as temperaturas abaixo de zero. E como tudo que é bom pode ser melhorado, os desdobramentos da receita ganharam incrementos que incluem especiarias (canela e noz-moscada, principalmente) e cremes – inglês, de leite e chantilly são os principais.
É da Europa? Não! Das Américas Apesar dessa pegada europeia, o chocolate quente, em sua versão mais genuína, nasceu mais perto daqui. Originalmente, era apenas a amêndoa do cacau torrada e moída com pedras (rolo), até hoje são usadas – no México, principalmente -, que transformam em bebida essa pasta de cacau, misturada com água. Existem registros de que os maias, olmecas, astecas e até os incas, entre México e América Central, cultivavam e transformavam o cacau na versão líquida. Era vista como bebida fortificante, bebida dos deuses, tomadas em rituais.
Foram os espanhóis, vindos para as Américas, que levaram o cacau para a Europa, entre os séculos 17 e 18. De lá, o fruto adentrou para França, a Holanda e Suíça, onde a combinação de água com o cacau em pasta ganhou ingredientes novos. Primeiro, foi só açúcar.
Foi ali, numa das casas dos Alpes, que o cacau começou a ser transformado. Com a descoberta de que poderia ser extraída manteiga do fruto, surgiram as barras de chocolate, como opção de doce. Ele sai de um produto que é só bebida e vira sobremesa, com participação e influência de várias culturas.
Segundo ele, a Inglaterra foi uma das primeiras a misturar o chocolate com outros ingredientes – o leite, principalmente.
A Espanha, como porta de entrada do cacau, tem o chocolate quente completamente diferente de todos os lugares da Europa: não é tão doce é mais amargo, muito próximo do que encontraram na região do México.
No Brasil, o cacau chegou através dos franceses, através da Guiana Francesa. Desembarcou na região da Bahia, onde passou a ser cultivado, derivando um verdadeiro império dos barões do cacau. Paralelamente, a turma que vivia na região da floresta amazônica – Pará e Amazonas, sobretudo – já conhecia o valor do fruto e também o explorava. Surgiram disputas, incluindo ações criminosas com a disseminação da vassoura-de-bruxa. Isso provocou um atraso de 40 anos na produção de cacau brasileira, mas hoje sabemos que temos um chocolate de qualidade e não mais enxergamos que um bom chocolate é apenas o belga ou suíço.

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Curiosidades

Sobre a Gastronomia Árabe


Os primeiros traços culturais árabes no Brasil chegaram com os portugueses, resultado da influência que absorveram em quase oito séculos de dominação árabe na Península Ibérica.
Na cultura árabe, a comida tem uma grande representatividade para a comunicação, e as refeições são o centro dos encontros familiares e círculos sociais. A variedade, da culinária árabe é enorme, e não existe somente a de um país especifico, que denominamos de “cozinha árabe”, pois há influência de vários países árabes.
Se voltarmos no tempo e olharmos na história da culinária árabe, descobrimos, por exemplo, o por que dos povos dessa região têm a carne a base da sua alimentação, enquanto outros alimentos são menos consumidos, como as frutas frescas, hortaliças, peixes ou frutos do mar. Encontraremos, também na história da culinária árabe, o leite de cabra e de camelo e o gosto pelas especiarias. A introdução das especiarias na cozinha árabe é o resultado direto do comércio, que eles faziam no Mediterrâneo e da intensa atividade comercial da época.
A importância dos grãos na culinária da região é enorme. Muitos pratos árabes, alguns deles muitos conhecidos por nós brasileiros, são à base deles, como o falafel e o homus, feitos com a pasta de grão-de-bico. Já, os doces árabes, elaboradíssimos, são feitos geralmente de nozes, amêndoas, frutas secas e mel, e aromatizados com deliciosas essências, como a de rosas e a de flor de laranja.
Chá e café são importantes no mundo árabe. O chá desempenha um papel importante na sociedade, pois pode ser servido quando um anfitrião deseja mostrar hospitalidade a um convidado, ou como parte integrante das reuniões de negócios.
Muitas das palavras que utilizamos na língua portuguesa, têm origem no árabe, incluindo alguns relacionados à alimentação: açúcar (as-sukar, areia branca), alface (al-khaç – veio a substituir o latim lactuca, leitosa, leituça, leituga), azeite (az-zayt, substitui óleo, óleo de oliva), açafrão (az-zafaran, amarelo), açougue (as-suk), laranja (naranj deriva do Persa naräng), salada (salata).
Pimenta, noz-moscada, cravo e canela que ressaltam o sabor na culinária brasileira, mas o uso dessas especiarias, assim como do azeite no lugar da banha de porco e até o sagrado cafezinho são marcas da cultura árabe, uma influência que vai muito além das esfihas e quibes, totalmente incorporadas em nossa mesa.

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Todo dia 29 é dia de NHOQUE


Como muitas outras tradições envolvendo gastronomia espalhadas pelo mundo, o nhoque da fortuna tem origem na Italiana. Reza a lenda que, em uma noite de 29 de dezembro, São Pantaleão, um santo católico vivido no século IV, perambulou maltrapilho por um vilarejo da Itália.
Com muita fome, ele bateu à porta da casa de uma família numerosa e com pouca comida na mesa. Apesar disso, o patriarca dessa família fez questão de dividir o jantar com o desconhecido.
E adivinha o que pai, mãe e cada um dos filhos do casal estavam comendo? Sim, dividiram o que estavam comendo: nhoque! Para dividir com São Pantaleão a pouca quantidade que tinham, a família teve de se contentar com sete pedacinhos de massa para cada um. Após comer e agradecer a acolhida, São Pantaleão se foi.
Quando foi tirar a mesa, o patriarca descobriu que havia um monte de dinheiro embaixo dos pratos. Por isso, todo dia 29 é Dia do gnocchi della fortuna (ou nhoque da sorte)!
O ‘Dia do Nhoque’ foi trazido no final do século 19 pelos imigrantes italianos, que estavam em busca de sorte melhor neste fantástico país. Sorte, que em italiano é chamada de ‘fortuna’, era basicamente entendida como dinheiro no bolso, por isso, a tradição manda conservar a mesma nota de um dia 29 para o dia 29 do próximo mês
O nhoque nasceu há mais de 2 mil anos, durante a época romana, mas inicialmente era feito com farinha, manteiga, ovos e alguma erva aromática. A batata, alimento típico dos Andes peruanos, só apareceria séculos mais tarde, após a chegada de Cristóvão Colombo às Américas. O formato também mudou ao longo do tempo: em sua origem, o nhoque era cortado em rodelas com um copo, mas, após a incorporação da batata, ganhou a forma em pedaços que se tornaria um clássico da gastronomia italiana.

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E falando em chá, vamos desvendar aqui os segredos do Matcha

E falando em chá, vamos desvendar aqui os segredos do Matcha

pazzo scioccante Enumerare chas verdes Pollinator Plasticità Balena BaleenO matcha é feito das folhas mais jovens do chá verde (Camellia sinensis),que são protegidas do sol e depois convertidas em pó e, por isso, tem uma maior concentração de cafeína, teanina e clorofila, fornecendo antioxidantes para o organismo.

O consumo regular desse chá pode promover a saúde geral do organismo, isso porque alguns estudos científicos associam o consumo do chá matcha a melhorias no funcionamento do cérebro, perda de peso, além do efeito protetor sobre o fígado. O chá matcha pode ser encontrado em forma de pó ou em saquinhos de chá nos supermercados, farmácias, lojas de produtos naturais e lojas online.

Para o consumo diário recomendado é de 2 a 3 colheres de matcha por dia, o que equivale a 2 a 3 xícaras de chá pronto. O matcha é vendido em forma de pó e possui um aspecto espumoso quando preparado, além do sabor ligeiramente amargo.

Para o Chá

Ingredientes

1 colher de chá de matcha;

60 a 100 ml de água.

Preparo

Aquecer a água até inciar as primeiras bolhas de fervura, desligar o fogo e esperar esfriar um pouco. Colocar em uma xícara já com o matcha em pó, misturando até que o pó se dissolva totalmente. Para deixar o sabor do chá mais leve, pode-se adicionar mais água até completar cerca de 200 ml.

Também é possível adicionar canela ou raspas de gengibre no chá para suavizar o sabor e potencializar as propriedades anti-inflamatórias do chá.

Além de ser consumido na forma de chá, o matcha também pode ser utilizado como ingrediente na preparação de bolos, biscoitos, sorvetes, brigadeiros, cookies, bombons, pannacottas, pães e sucos, sendo fácil de incorporar na alimentação do dia a dia.

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Ratatouille

Provence é uma região francesa delimitada a leste pelos Alpes e pela Itália, a oeste pelo rio Rhône e ao sul pelo Mediterrâneo. Os sabores de Provence são consagrados. É nesta hora que os provençais vão ao coração da casa: a cozinha. A gastronomia provençal é autêntica e colorida. À base de produtos simples e frescos, enriquecida com ervas das colinas: tomilho, orégão, alecrim, funcho e “farigoulette” que evidenciam a carne de borrego, a carne de caça, os mariscos, os queijos de cabra e a quantidade infinita de legumes. Aqui entra a nossa receita do mês: Ratatouille
A enciclopédia Larousse Gastronomique define Rattatouille como ragoût de legumes e diz ser originária da Provença, mais precisamente de Nice, cidade que os italianos denominam Nizza e até 1860 pertenceu ao extinto reino de Sardenha, quando foi anexada à França. Em Nice, às vezes se acrescenta batata cozida à ratatouille. Os fundamentalistas discutem se convém incorporar ou não manjericão. Também não chegam a um consenso sobre como deve ser feita. Sustentam que os ingredientes precisam ser fritos ou refogados separadamente para respeitar a textura de cada um. Alguns fazem isso e depois montam cada um deles em camadas. Outros elaboram os ingredientes juntos e os levam à mesa misturados. Entretanto todos concordam que a ratatouille é uma especialidade versátil, consumida tanto fria como quente. No primeiro caso adapta-se ao couvert, acompanhada de vinhos brancos ou roses secos com bom teor de acidez. E quando servida quente, acompanha pratos principais, peixes grelhados, aves assadas e carré de cordeiro, bem como embutidos, ao lado de vinhos tintos aromáticos e encorpados, como Fitou ou Zinfandel.

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Ao comprar peixe…


É importante escolher aquele que estiver mais fresco. O que se deve observar:

  1. Cheiro de limpeza e frescor, mais de mar e alga que do peixe propriamente dito. Um cheiro muito forte de ‘peixe’ indica que o mesmo não foi apanhado há pouco tempo. Deve, portanto, ser evitado.
  2. O peixe inteiro deve ter olhos claros e brilhantes e não embaçados ou fundos. As guelras devem ter coloração rósea ou vermelha.
  3. As escamas devem estar completas e brilhantes. Não se assuste com a viscosidade de alguns tipos de peixe, pois ela é facilmente retirada
  4. O peixe deve estar firme ao toque, nunca mole ou flácido.
  5. Os filés já cortados devem ter uma textura úmida, mas não aquosa. Os peixes brancos devem parecer brancos, mesmo. Ao comprar filés, certifique-se de que tenham sido feitos na hora e no local. A carne aberta é mais vulnerável a bactérias do que o peixe inteiro. É sempre bom comprar peixe fresco inteiro, pois não só fica mais fácil testar a qualidade do mesmo, como também, no caso do peixe branco, podem-se guardar os aparos para fazer caldo.
  6. Lembre-se também de que não é fácil congelar peixe fresco em casa, pois o freezer doméstico é mais lento que o comercial, permitindo a formação de cristais de gelo que prejudicam a textura e o sabor. Para ser congelado em casa, o peixe inteiro deve ter as entranhas retiradas, ser limpo, bem lavado e embrulhado em material próprio para comida congelada. Programe o freezer para temperatura mais baixa possível.
  7. Peixes enlatados, tais como atum, sardinha, anchova e arenque, duram mais que os congelados e oferecem pratos excelentes. A defumação é uma maneira de preservar o peixe que proporciona um gosto delicioso. Embora o haddock seja um dos favoritos entre os britânicos, a cavala, a truta e o salmão defumados têm se tornado populares e fáceis de encontrar.
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Principais benefícios dos peixes:

  1. Fornecer proteínas para o corpo
    Os peixes são grandes fontes de proteínas e podem ser usados para substituir as carnes e o frango da dieta. As proteínas são nutrientes importante para a formação da massa muscular, dos cabelos, da pele, das células e do sistema imunológico, sendo um nutriente essencial para a saúde.

Peixes magros como robalo, garoupa e linguado são fontes menos calóricas de proteínas, enquanto os peixes gordos como salmão, atum e sardinha contêm mais calorias.

  1. Prevenir doenças cardiovasculares
    Os peixes são fontes de gorduras boas, especialmente os provenientes de água salgada, como atum, sardinha e salmão, pois são ricos em ômega-3, nutriente presente nas águas profundas do mar.

O ômega-3 atua no organismo reduzindo o colesterol ruim e aumentando o colesterol bom, além de reduzir a inflamação e melhorar o sistema imunológico. Com isso, o consumo de peixes reduz o risco de doenças cardiovasculares como aterosclerose e infarto, além de prevenir outros problemas, como o AVC.

  1. Melhorar a memória e prevenir Alzheimer
    Consumir peixe regularmente previne a perda de massa cinzenta no cérebro, que está ligada ao surgimento de doenças degenerativas como o mal de Alzheimer. Esse benefício está ligado à presença de ômega-3 e de nutrientes como cálcio e fósforo, importantes para a transmissão impulsos nervosos.
  2. Aliviar os sintomas de artrite
    Peixes ricos em ômega-3, como salmão, atum e cavala, ajudam a aliviar os sintomas da artrite por terem propriedades anti-inflamatórias. Ao aumentar os níveis de ômega-3 no organismo, a inflamação nas articulações é reduzida e as dores diminuem. Esse benefício também pode ser obtido consumindo suplementos com óleo de peixe ou ômega-3, mas é importante destacar que o consumo do alimento natural potencializa os benefícios dos seus nutrientes.
  3. Fornecer vitamina D
    Os peixes são as melhores fontes de vitamina D na alimentação, especialmente os peixes gordos, pois essa vitamina fica armazenada na gordura dos alimentos. A vitamina D funciona como um hormônio esteroide no organismo, sendo importante para prevenir problemas como diabetes, infertilidade, câncer e problemas cardíacos.

Além disso, a vitamina D aumenta a absorção de cálcio no intestino, ajudando a prevenir osteoporose, especialmente após a menopausa.

Fonte: https://www.tuasaude.com/beneficios-de-comer-peixe/

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PEIXES


Não tem quem não saiba que o peixe é um alimento nutritivo e deve ser consumido, pelo menos, duas vezes por semana. Mas, apesar da grande extensão do litoral brasileiro, a ingestão de peixes no Brasil ainda é muito pequena. Para que a alimentação fique mais rica e nutritiva, deve ser incentivado o consumo de peixe visando a diminuição da ingestão de ácidos graxos saturados e o aumento de poliinsaturados ômega 3, vitaminas e minerais.
Os peixes são ricos em proteínas de alta qualidade. Por serem ricos em aminoácidos essenciais (substâncias não produzidas pelo nosso organismo), os peixes possuem proteínas com valor nutritivo ligeiramente superior às das carnes vermelhas (como, de boi e porco). Além disso, as proteínas dos peixes favorecem o processo de digestão, portanto, combinam perfeitamente com as altas temperaturas dos últimos dias. Muita gente dispensa o consumo por não saber como preparar, então, aqui estão inúmeras receitas para todos os gostos e sem desculpas para incluir peixes no cardápio.

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